O vinho degustado foi o Merlot 2011, da linha de base. Trata-se de vinho simples, com coloração vermelho rubi, de média intensidade. No nariz, aromas claros, francos e destacados de frutas (principalmente frutas secas), baunilha, pimentão e chocolate. Na boca, um vinho de médio corpo, redondo, com acidez no ponto. Com 13% de graduação alcoólica, trata-se de um vinho quente. Textura muito aveludada, com taninos macios. Bastante persistente e saboroso. Um bom vinho, por um preço excelente. Classificação: ***.
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Baron Philippe de Rothschild Maipo Merlot 2011
Localizada em Buin, Maipo, a Vinícola Baron Philippe de Rothschild fica no meio de um vinhedo de 60 hectares, a trinta quilômetros ao sul de Santiago, no famoso “Valle del Maipo”. Possui uma área construída de 3.600 metros quadrados, com planos para expansão a médio prazo. Os vinhos são produzidos com tecnologia de ponta, a partir de uvas compradas de parceiros selecionados, orientados pelos técnicos da Rothschild em todas as fases do plantio e desenvolvimento dos vinhedos. A fermentação se dá em 36 tanques de 35.000 litros cada um e o afinamento é realizado em barricas de carvalho francês. Nessa vinícola são produzidas três linhas principais: a linha de topo, Escudo Rojo, uma linha intermediária de vinhos Reserva e uma linha de base de varietais tintos.
O vinho degustado foi o Merlot 2011, da linha de base. Trata-se de vinho simples, com coloração vermelho rubi, de média intensidade. No nariz, aromas claros, francos e destacados de frutas (principalmente frutas secas), baunilha, pimentão e chocolate. Na boca, um vinho de médio corpo, redondo, com acidez no ponto. Com 13% de graduação alcoólica, trata-se de um vinho quente. Textura muito aveludada, com taninos macios. Bastante persistente e saboroso. Um bom vinho, por um preço excelente. Classificação: ***.
O vinho degustado foi o Merlot 2011, da linha de base. Trata-se de vinho simples, com coloração vermelho rubi, de média intensidade. No nariz, aromas claros, francos e destacados de frutas (principalmente frutas secas), baunilha, pimentão e chocolate. Na boca, um vinho de médio corpo, redondo, com acidez no ponto. Com 13% de graduação alcoólica, trata-se de um vinho quente. Textura muito aveludada, com taninos macios. Bastante persistente e saboroso. Um bom vinho, por um preço excelente. Classificação: ***.
Livio Felluga Sossó
O Sossó Merlot D.O.C. é um corte de Merlot e Refosco dal Pedunculo Rosso, uma uva própria da região de onde esse vinho é proveniente: Friuli, no nordeste da Itália. O produtor, Lívio Felluga, produz esse vinho quase na fronteira da Eslovênia, em uma região muito fria, montanhosa. O nome Sossó vem de um rio do mesmo nome que passa dentro da propriedade. É um grande vinho que, infelizmente, chega caro no Brasil, mas vale cada centavo pago. É amadurecido 18 meses em carvalho e mais um ano na garrafa antes de ser posto a venda. Cor vermeho-granada e aroma extravagante, finíssimo e muito intenso de café, pimenta, capim, frutas vermelhas, madeira. Na boca, muito frutado, taninos macios, bastante equilibrado, bastante fino, intenso e com longo retrogosto. Elegante e fácil de beber, foi um dos pouco até hoje que recebeu classificação máxima no Poesia Engarrafada. Classificação: *****.
Cousiño-Macul Don Luis Merlot 2010
A Cousiño Macul é uma vinícola tradicional do Valle Central no Chile. A linha Don Luis é a linha de entrada da vinícola, que costuma produzir excelentes vinhos. Esse vinho, contudo, me decepcionou um pouco. Não que o vinho estivesse ruim, longe disso. O problema é que não apresentava a tipicidade da uva usada, a Merlot. Esperava mais maciez e menos agressividade. É um vinho de cor rubi intensa e aroma franco, amplo, que lembra cerejas e framboesas, mas ligeiro e pouco persistente. Na boca, árido, tânico, frutado, saboroso, razoavelmente persistente. Não fosse a questão da tipicidade, seria mais bem classificado. Classificação: **.
Trapiche Vineyards Merlot 2013
A Bodegas Trapiche é uma vinícola histórica na Argentina. É especializada em diversos varietais e têm se esforçado por fornecer produtos de qualidade com castas diversas, e não somente o Malbec esperado. Possui mais de 1000 hectares de vinhedos próprios e foi eleita, pela segunda vez consecutiva, a melhor bodega da Argentina em concurso realizado pela International Wine & Spirit Competition. Essa linha, Trapiche Varietal, é composta de vinhos frescos, jovens, com bastante presença de fruta. Esse Merlot, erm particular, contudo, me decepcionou. Esperava bem mais e é impressionante ver a diferença dele para o Malbec da mesma linha. Este, intenso, saboroso; aquele, simplório. No nariz, ameixas, frutas vermelhas e especiarias. No paladar, muita simplicidade, nenhuma persistência e maciez. Carente em diversos sentidos. Não recomendo. Classificação: **.
Calvet Varietals Merlot 2011
Excelente Merlot
produzido na região de Bordeaux, França. A Calvet é uma vinícola cuja história
remonta a 1818, quando seu fundador Jean-Marie Calvet se instalou em Bordeaux.
É uma das grandes exportadoras dessa região, mas mantém um nível confiável de
qualidade. Os vinhos Calvet têm excelente tipicidade. Esse Merlot estava
maravilhoso: aroma muito destacado de frutas, em especial amoras; na
boca, muita maciez e equilíbrio, em um tinto leve, mas cheio de personalidade,
com álcool bem controlado; redondo e macio, bastante persistente; final
aveludado. Um vinho perfeito para eventos casuais e carnes leves.
Recomendadíssimo. Compra certeira. Classificação: ****.
Casillero del Diablo Merlot 2011
O Casillero del Diablo Merlot 2011 apresentou-se bastante aromático, com aroma destacado de cerejas, frutas pretas maduras, ervas e manteiga. Na boca, muito ácido, frutado, levemente tânico e com pronunciada característica aveludada. É daqueles vinhos que, ao deixar dois segundos na boca antes de deglutir, deixa a boca com uma deliciosa textura aveludada. Trata-se de vinho encorpado, redondo, amável, persistente. Cor rubi intensa e brilhante. Excelente vinho! Classificação: ****.
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